Pensamento do dia:

quarta-feira, 1 de julho de 2026

AINDA TEMOS TEMPO?


Já estamos no meio de mais um ano...

Vamos conseguir ler todos os e-mails que nos mandam?

Vamos conseguir comer toda comida que compramos?

Vamos conseguir ler todos os livros que estão em nossa estante?

[Agora temos livros até em nossos celulares...]

Vamos conseguir ver todos os vídeos que recebemos?

Vamos conseguir ver todos os filmes que queremos?

Vamos conseguir responder todas as mensagens que recebemos?

Vamos conseguir viver todos os amores?

quinta-feira, 25 de junho de 2026

domingo, 21 de junho de 2026

Clube do Leitura: Vou sumir quando a vela se apagar


Como prometido ontem, segue um resumo das questões que permearam nossa conversa no clube de leitura do Sesc Guarulhos/SP, são apenas algumas questões que não precisam de respostas, mas servem para a nossa reflexão…

1. Você já teve que viver o sonho de outra pessoa?

2. Sente dificuldades de verbalizar o que sente? Utiliza de mecanismos para chamar atenção ou tentar dizer o que não consegue? Utiliza de expressões corporais?


4. Estender a morte como forma de manter vivo o que morreu, viver o luto, faz com que você puna quem está vivo? Por proteção? Autocomiseração ou crueldade?

sábado, 20 de junho de 2026

Clube de Leitura no SESC Guarulhos/SP

Para o clube de leitura mensal do mês de junho/2026 - mês da diversidade, fui o autor convidado como mediador junto com o também escritor Alex Francisco, para o esquenta literário organizado pelo SESC Guarulhos/SP.

O livro escolhido do mês foi: "Vou sumir quando a vela se apagar" (2022, Editora Intrínseca) de Diogo Bercito.

O livro narra a história dos amigos Yacub e Butrus (não Brutus, como li várias vezes, rs), que trabalham no campo da família na Síria (oriente médio).

Butrus recebe um carta de seu tio que migrou para o Brasil, onde lhe acende uma chama de seguir o mesmo rumo.

Quando uma tragédia os assola e muda todo o rumo da história de sonhos, de todo uma juventude.

Clique aqui e veja um resumo das impressões que tivemos sobre o livro.

domingo, 14 de junho de 2026

Clube de Leitura: A cabeça do Santo

Depois de participar de um clube de leitura, cujo livro em questão, era: "A cabeça do Santo", de Socorro Acioli, publicado em 2014 pela Companhia das Letras, pude refletir sobre questões passadas por gerações, que fizeram com que eu tivesse a necessidade de destruir o que me foi imputado, para que eu precisasse não reconstruir, mas sim, construir minhas próprias crenças.

Depois de anos vivendo aquilo que as pessoas acreditavam, como as minhas verdades, eu luto pra implantar minhas tradições.

Se elas serão passadas a frente, não é uma preocupação.

Para desconstrução de uma construção...
É preciso por tudo de volta ao chão.
Tornar ao pó, o que antes era.

E como desconstruir uma fé imposta e temida?
Deixando para trás todo medo.

E se eu pudesse pedir alguma coisa a cabeça do santo, eu certamente pediria para ter fé.

terça-feira, 2 de junho de 2026

2 corações e 4 patinhas: Sobre tirar sonhos da gaveta

O texto apresenta um registro literário e biográfico de Zhé Lopes, com foco no lançamento de sua obra "Dois corações e quatro patinhas" em 2025.

A narrativa descreve a jornada de Zezinho, um jovem criativo e solitário que realiza o sonho de ter uma cadela da raça Pug após encontrar apoio em Clebinho, que compartilhava do mesmo desejo.

A história enfatiza a importância da coragem, da amizade e do compartilhamento de sonhos para superar inseguranças pessoais.

Além do conto, o material inclui uma detalhada trajetória do autor, destacando sua produção independente e o projeto #SerESPaPeFiCo, que engloba blogs e diversos livros publicados.

O conteúdo funciona como uma celebração do amor pelos animais e da perseverança no universo da escrita autoral.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Se permita!


É tão bom
quando temos a oportunidade
de sermos um pouco crianças novamente.



Se permitir
é um dos grandes prazeres
que podemos desfrutar
na vida adulta.



Então,
se permita!

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Fanfiqueiros...


Percebi que para agradar as pessoas,
na maior parte das vezes,
precisamos ser fanfiqueiros...

Inventar histórias,
florear as coisas,
tornar tudo mais interessante...

Cada receptor é de um jeito,
tem seus pudores e limites.

Alguns, conseguimos avançar,
outros nem pensar...

Precisamos guiar
e até nos deixar levar...

Além dizer o que as pessoas querem
ou esperam ouvir,
para termos a atenção delas.

terça-feira, 12 de maio de 2026

domingo, 10 de maio de 2026

#FLIUNG 2026: 4ª. Edição do Festival Literário da #UNG



No dia 09/05/2026, estive na edição de mais uma FLIUNG - evento realizado pela Universidade de Guarulhos/SP.

Foi o primeiro evento literário que participei na vida em 2024.

E em 2026, fui convidado para participar do meu primeiro painel sobre literatura #lgbtqiapn+ de forma independente.

Obrigado por mais essa oportunidade.

Além de novos amigos escritores que sempre fazemos, essa troca é muito boa e importante.

terça-feira, 5 de maio de 2026

O sol numa manhã cinza...


O dia nasceu num tom cinza
Cor de tristeza
Sem um sinal de que o sol sairia

Assim como eu tentava levantar
Na esperança de recomeçar
Acordei sem esperança de mudança
Sem perspectiva

O remédio mexe com a gente
No entanto, quando um raio de sol
vi surgir na minha janela
Algo em mim levantou
Acordou
Buscou forças e recomeçou

O que não tinha esperança
Encontrou um resquício e venceu

domingo, 3 de maio de 2026

SerEsPaPeFiCo #5: Verbos de ligação como um manual de sobrevivência

Este exemplar da obra SerEsPaPeFiCo #5, de autoria de Zhé Lopes, apresenta-se como um compilado íntimo de pensamentos, poesias e registros cotidianos escritos entre 2018 e 2019.

O título fundamenta-se em um acrônimo de verbos de ligação que servem como mantra para a autotransformação e o compromisso de ser melhor a cada dia.

Sob o subtítulo "O Diário de um Prosélito", o escritor utiliza o termo para descrever sua constante metamorfose e a coragem de mudar convicções diante de novos aprendizados.

O texto aborda temas universais como saudade, orgulho LGBTQIAPN+, amadurecimento e espiritualidade, frequentemente acompanhados de referências musicais e culturais.

Através de uma escrita honesta e reflexiva, o autor compartilha sua jornada de autoaceitação e superação de medos do passado.

Por fim, a obra imortaliza vivências pessoais que moldaram a identidade do autor antes de sua publicação definitiva em 2026.

sábado, 2 de maio de 2026

O meu dia a dia... #ultimamente

O desejo que sinto pela manhã
Se desfaz ao longo do dia

O que planejei e almejei
Se torna meu dissabor no fim do dia

Não consigo suportar

Tento lutar
Mas é uma peleja vencida


Sinto a trapaça
Causada pela minha própria mente

É sempre minha maior desvantagem

sábado, 25 de abril de 2026

A família está crescendo...

Acabei de terminar de editar mais um livro.

Ele é mais um diário pessoal, público em forma de antologia.

Reflito em como é trabalhoso escrever, editar e publicar um livro.

Principalmente quando se faz tudo sozinho.

Você pensa em cada detalhe e tudo tem que sair conforme você gostaria.

Nada nunca será tão bom ou suficiente, mas quando alguém aprecia algo que fiz, eu fico feliz.

domingo, 19 de abril de 2026

Sobre depressão...


Às vezes,
Em dias de sol como este,
Eu não saio de casa.

Mal consigo levantar da cama
E já me deito no sofá.

Me lembrar que existe tanta vida aqui fora,
É devastador.

Pois quando percebo,
Vejo o quanto perdi
E o quanto deixei de aproveitar.

Nem todos dias a depressão me vence,
Mas tem dias que ela é mais forte.

Pelo menos hoje,
Ela ficou pra trás.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

SerEsPaPeFiCo #4: Diário de Sentidos e Reflexões Errantes

A obra SerEsPaPeFiCo #4, de Zhé Lopes, consiste em uma coletânea de pensamentos, poesias e reflexões pessoais compilados entre os anos de 2016 e 2017.

O autor utiliza o título como um acrônimo para verbos de ligação, servindo como um mantra para sua constante busca por evolução pessoal.

Através de um formato de diário público, o texto explora temas como relacionamentos, medos, cultura pop e a transição da identidade do autor como "o poeta que ninguém quer ler".

A publicação é dedicada a todos que, ao viverem suas escolhas, tornam-se escritores de suas próprias histórias.

O livro inclui ainda referências musicais, códigos QR para playlists e uma breve biografia da trajetória literária do autor.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Sonhos ou viagem dimensional?

Dizem, que quando sonhamos, acessamos uma outra dimensão, onde vivemos uma vida paralela, bem diferente da de quando acordamos.

Eu sempre acreditei que isso acontecia.

De certa forma, sempre achei que existia uma versão minha no Japão e em outros países também.

Às vezes, eu fechava os olhos e tentava me conectar com o lado de lá, mas era como se fosse apenas um fruto da minha imaginação.

Ultimamente, tem sido tão real essa conexão, pois acordo exausto, como se a vida do outro lado, fosse bem agitada, o desgaste dessa ida até lá e ter que voltar...

Quando eu acordo, de tão real e próximo, fico remoendo os acontecimentos.

Ora agradeço por voltar, ora da vontade de ficar um pouco mais...

domingo, 15 de março de 2026

Acumuladores...


Paramos de armazenar coisas

Para sobrecarregarmos nossos dispositivos móveis

Com tudo quanto é tralha

Guardamos o que vamos usar

E o que não precisamos

Mas a sensação de ter

Ainda é poder

A equação nunca estará exata

Por que não tenho tudo que quero

Mas acumulo sem entender o por que

quinta-feira, 12 de março de 2026

SerEsPaPeFiCo #3: Verdades Além dos Contos de Fadas

Esta obra, intitulada SerEsPaPeFiCo #3, é uma coletânea de Zhé Lopes que reúne contos, microcontos e reflexões produzidos entre 2014 e 2024.

O título utiliza um acrônimo de verbos de ligação para representar uma filosofia de autotransformação, focada em evoluir constantemente.

Através de uma perspectiva introspectiva, o autor utiliza narrativas como "Ele / Ela" para explorar o encontro entre o indivíduo e sua própria alma.

O livro também aborda temas como desilusão amorosa, a busca por pertencimento em "Os Maltrapilhos" e a superação de dores internas.

Complementada por referências musicais e fotografias, a escrita funciona como um choque de realidade que rejeita idealizações para abraçar a complexidade da vida humana.

Para adquirir sua cópia do livro, clique aqui!