Porque temos uma restrição para o novo?
Talvez você não passe por isso,
Mas eu sim!
Dificuldade em fazer novos amigos,
Em ouvir novas músicas,
Em assistir coisas novas...
Isso me traz um gosto atípico,
De reprisar tudo que já li, vi e ouvi.
O normal,
O comum,
Soa como familiar.
Zona de conforto.
No entanto, para desbravar esse mundo de novidades que temos diariamente,
Precisamos nos abrir para o novo,
Por mais clichê que isso soe.
Somos todos prostitutas virtuais. Mendigos virtuais. A pessoa que pede na rua é considera um pobre, mas aquele que pede diante de uma estrutura (nas redes sociais via internet), parece mais aprazível de ajuda. Sendo que esses, já tem suas formas de ganhar as coisas e dinheiro. Pobre daquele que não tem o que comer. Que precisar pedir. E precisa implorar. Enquanto aqueles que vestem uma roupa de pena e dó, vivem pedindo o que não precisam. Tem muito bem boas condições de comprar o que precisam. Deixem as esmolas para aqueles que realmente precisam delas.
Acho que o que está enraizado em nós Não significa que assim queremos ser A contrariedade do nosso ser Conflita com a realidade que o mundo espera da gente Então é como se fosse eternizar de certa forma Por algum tempo a minha história Vivendo o que o meu corpo e coração desejam
As pessoa tem inveja. Não sabem demonstrar empatia. Ao invés de celebrarem contigo a sua vitória, Eles preferem diminuir tudo o que tem como se tentasse te fazer se sentir mal... Mesmo que a culpa não seja minha por estar aonde está e como está!
O tempo assusta
Não perde a luta
Não fica oculta
A idade que tenho
Como um flash se apavora
1, 2 e 3... não tem mais o mesmo tempo
A mesma velocidade
A contagem que era regressiva
Hoje é mais progressiva
E mais ativista
Talvez menos otimista
Que a minha vista
Meu cabelo caiu
Minha barriga cresceu
No entanto, não troco os meus pneus
Pois são eles o segredo do meu sucesso