segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Recíproco hedonista


As interações amorosas entre os seres humanos são bem interessantes. De certa forma, existe um interesse. Ora mútuo, ora não.

Por exemplo, se eu demonstro uma inclinação por alguém e esse alguém não retribui, a minha atitude é de buscar até conseguir a atenção. O que pode acontecer no meio desse caminho, é de eu me cansar ou assim que alcançar o alvo, desanimar.

Neste caso, é possível constatar que se esse interesse, mesmo que for mútuo e não seguir outro rumo, encontramos aqui um hedonista.


terça-feira, 24 de novembro de 2015

A história sem começo, meio ou fim...

Tudo começou num domingo qualquer. Algumas histórias costumam começar nas segundas, mas esta quis ser diferente. E por ser diferente, foi diferente em tudo mesmo. Não me lembro bem como tudo aconteceu ou como estava o tempo, no entanto vou partilhar do pouco que vi.

Eu estava sentado na varanda de minha casa, no domingo a tarde, como de costume, amando sentir o toque do vento, quando alguém desconhecido se aproxima e começa a puxar papo. Tentando ser educado e para variar falando sobre o tempo, iniciamos ali algo que foi até o sol se pôr.

A afinidade foi tamanha, que parecia que há muito nos conhecíamos. Enfim, depois de todo esse papo, a natureza nos chama, e no pouco que me ausentei, foi como se o anjo tivesse terminado ali a sua missão, desaparecendo. Talvez, fosse apenas um anjo querendo me entreter ou conversar. Vai saber?

sábado, 21 de novembro de 2015

O príncipe e seu amigo plebeu - Parte III



O sentimento de alegria não foi passageiro. O pobre plebeu se alegrou muito com a mensagem do seu amigo. Pensando fortemente sobre o que o príncipe disse que ele devia fazer, o plebeu mergulhou fundo em seu coração e mente para tentar descobrir que lugar esta passagem estaria escondida. O mistério que permeia toda aquela situação, ainda é um enigma. "Com o seu coração e amizade verdadeira, vai descobrir.", era a mensagem que ecoava em sua mente. Mas como os segundos se passam, os minutos, as horas, os dias, as semanas, os meses, os anos...

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Síndrome de 'Baby Sauro'

Não importa a hora. É de manhã, de tarde e também de noite. O que se ouve sair das palavras digitadas por seus dedos pelas redes sociais da vida são seus lamentos.

Pergunta para um amigo: Tem um minuto?

Se este diz sim, senta que lá vem história.

Ele não precisou consultar os médicos para descobrir o que tem. Conseguiu descobrir sozinho que possui a "Síndrome de Baby Sauro".


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Encanto



Ele tem lá seu encanto.
Embora, não tenha nenhum canto,
Não entenda seu canto
E não veja tanto encanto.

Em algum canto,
de um canto qualquer,
Ele só quer ter seu próprio canto.
Para chamar de seu.
Seja que tipo de canto for...

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Ainda...


Eu ainda tenho olhado para um espelho quebrado.
Como se ele fosse refletir a verdade sobre mim.
Mas como está quebrado, a imagem aparece distorcida.
É errada. Está aos pedaços. Não é como um quebra-cabeça.
Não é possível juntar os pedaços simplesmente.
As partes quebradas, ficarão marcadas e são como cicatrizes.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Poderia ter sido...



Poderia ter sido.
Poderia ter dado certo.
Bem ao certo,
Eu não sei o que aconteceu?
Quando no dia seguinte,
Senti a repulsa e o desdém.

Quando eu não me importei,
Fui eu quem agiu assim.
Ao menos fui educado.
Mas entre um caso e outro,
A gente age como um espelho,
Que não deveria ser imitado.
Deveria ser quebrado...

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Empenho [Eu sempre quis]


Eu contei no relógio os minutos e as horas, para saber quanto tempo eu teria. Na verdade, o que eu queria, era viver uma vida inteira em um único dia. Mas bem certo estou de que seja eterno todos os momentos, enquanto durarem e enquanto fôlego restar.

domingo, 8 de novembro de 2015

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Até quando, hein?



Mais uma menina foi expulsa de casa. Dessa vez, não foi porque ela engravidou ou se meteu em algum tipo de problema, mas pelo simples fato de ser diferente. A sua coragem lhe fez ficar desabrigada. Talvez sua covardia e medo, fizessem com que ela continuasse na "segura" obscuridade. Mas ao invés disso, ela cansou de fingir ser quem não era.

Mais um menino deu fim a sua vida, porque sua família não aceitava como ele era.

Até quando Brasil?

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

[E-book] VALE: Ele / Ela - Uma outra história

Hoje, quero apresentar à vocês, meu mais novo e-book do conto: VALE: Ele / Ela - Uma outra históriaEsse é mais um conto que não vale nenhum conto. E também não tem nada a ver com o outro conto, Ele / Ela. Leia para saber.


Você pode baixá-lo, pelo seguinte link: Recanto das Letras

domingo, 1 de novembro de 2015

Esmero

Eu não desisto.
Eu não mais insisto.

Sigo o que me apraz.
Mas ainda espero pelo esmero.

Não mais imploro pelo remorso.
Tento viver pleno e intenso.

Palavras são ditas.
Muitas são benditas, outras não deviam nem ser ditas.

Mesmo assim, nessa estrada sigo.
Dizendo sim querendo dizer não.
Dizendo não querendo realmente dizer sim.

Vai entender...