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| Autor: Theo Merino, 2024 |
Pensamento do dia:
sábado, 26 de outubro de 2024
Um explorador buscando um tesouro numa masmorra…
quarta-feira, 23 de outubro de 2024
Coisas que eu sempre quis dizer...
Existem pensamentos, que nunca deveriam tomar forma ou vida, pois são avessos demais a moral humana, que se formos mais a fundo, chegamos a Deus como um ser que não é regido pela moral.
Um exemplo: um fungo ou um vírus, foi criado para um propósito e não podemos classificá-lo como bom ou ruim, mas como um cumpridor do que foi projetado para ser.
Então, diante disso, vemos que a moral humana é muito limitada, hipócrita, baseada no ego e no achismo, no entanto, escrever e publicar meus escritos, me tornou um homem mais corajoso.
segunda-feira, 21 de outubro de 2024
Era uma vez... #4
Tudo que ele espera da sua arte, da sua criação, é o que ele esperava receber do seu criador.
Ouvir palavras doces, como as que ele emanava, seriam um divisor em todo seu oceano de dor.
Infelizmente, nem tudo o que queremos é possível.
Nem tudo que esperamos acontece.
Vivemos frustrados, na frustração de uma espera recíproca, ou nem tão recíproca assim, pois não enxergamos nem nosso umbigo, quem dirá o que fazemos com os outros.
Esperar que o universo te retorne flores, se nem sementes plantas, apenas com mentiras regas, a espera da poda de seus espinhos, mas que ressequidos insistem em ferir qualquer um que tenta se achegar.
sexta-feira, 18 de outubro de 2024
O doador de livros... [Sobre dar livros...]
Livro é algo que precisa ser escolhido, ser comprado e pago.
Sinceramente, algo que não tem valor pra alguém, é certeza de que não receberá a sua valorização devida.
Mas o desejo dele de dar seus livros, é de se fazer conhecido.
Feedbacks sinceros recebe, mas o que esperar de quem não o valoriza?
A reflexão se fez necessária.
Num mundo em que muitos querem e esperam por uma doação, ele resolveu doar, entregar o que pensava ser o seu mais precioso tesouro.
quinta-feira, 17 de outubro de 2024
Era uma vez... #3
O amor é como o fogo, quente, queima, arde, aquece, abraça, afaga, às vezes, estraga e até afasta.
É estranho, e isso se assemelha com o processo de escrita.
Por vezes, rascunhos são feitos, jogados ao vento, vez ou outra, deixados de lado, mas em certos momentos, são recuperados e servem de amparo para um autor sem inspiração.
Ele não perdia a inspiração, por mais que a respiração lhe faltasse, fosse difícil e confusa em meio ao seu desaguar.
No marejar dos seus olhos, até a lágrima se formar por inteira, ele sentia que algo saía.
Pensou que se talvez chorasse um mar de lágrimas, sentiria que um oceano formaria, talvez como no dilúvio, um novo dia chegaria.
Mesmo achando que tivesse morrido, por estar ressequido, um novo caminho de palavras surgia, mesmo na surdina e que menos leitores o leriam.
segunda-feira, 14 de outubro de 2024
Pra que cozinhar se não tem intenção de comer?
Por puro egoísmo
Egocentrismo
O que o homem mais faz, é isso
Instigar o que não quer alcançar
Isso é maldade ou necessidade?
Se aproveitando do desejo alheio
Às vezes, a pessoa está em paz
Mas a outra vem pra despistar
Vez ou outra eu sou esse ou aquele
quarta-feira, 9 de outubro de 2024
Era uma vez... #2
A palavra era o verbo e o verbo estava escondido.
Até ser completa, uma história, ela passa por muitas fases.
Existe a ideia, a inspiração, o desejo, a vontade, a escrita, a temática e a vivência do autor.
Não importa mais se ele se senta em frente a uma velha máquina de escrever, ou se ainda usa folhas de papel para derramar sua alma.
Por mais que alguns autores insistam em dizer que escrevem sem se envolverem nas histórias, eu não consigo acreditar nisso.
terça-feira, 8 de outubro de 2024
A Bolha
Quantas coisas acontecem dentro e fora de nossa bolha?
Pensar que pessoas que vem situações de perto, desprezam os anseios alheios, parecendo cegas, surdas e mudas.
Mas como tudo sempre tem dois lados, para um estar certo, o outro precisa estar errado.
sábado, 5 de outubro de 2024
Era uma vez… #1
Ele não era muito de falar, mas contava histórias como ninguém.
Ele se escondeu atrás de um pseudônimo que o proporcionava viver e sentir como se fosse livre, como alguém que não tinha defeitos ou máculas.
Por mais que sua vida fosse sombria, ele sorria quando escrevia, pois se realizava muito nisso.
quinta-feira, 26 de setembro de 2024
Sobre a lei do retorno #2
que não paga pensão
para os seus filhos,
Ele também é aquele
que espera dos outros
algo que não fez por merecer...
Assim sou eu, assim é você...
Quando esperamos
que a vida nos retorne
o que não lançamos.
domingo, 15 de setembro de 2024
Feridas eternas...
Ele tenta ser o melhor na escola, pois a masculinidade que lhe falta, sempre será cobrada, por mais que ele se destaque em outras coisas, mesmo assim, isso nunca será suficiente.
Quando ele tem uma criação mais rígida ou aberta, isso não vai definir quem será, mas marcas profundas sempre resistirão ao tempo e sempre serão como gatilhos.
Assim também deve acontecer com as meninas...
quarta-feira, 4 de setembro de 2024
Jornada...
terça-feira, 27 de agosto de 2024
Questões com a gratidão...
Naquele que espera pela gratidão alheia,
ou naquele que não sabe agradecer ou ser grato pelo que recebe?
Apreciar conquistas alheias
e esperar retorno por isso é uma mera ilusão,
mas externar o sentimento de gratidão,
vivendo e desfrutando dela, é algo para raros.
Se chegou até esse ponto, você atingiu o ápice na arte de viver...
quarta-feira, 21 de agosto de 2024
Achologia 2024 #2
Como eu tenho
muita vergonha
de algumas coisas,
Ver algumas pessoas
fazendo essas
e outras coisas,
Me faz pensar:
se eu estou
me prestando a esses papéis...
segunda-feira, 5 de agosto de 2024
Estou num limbo de sofrer por tudo...
Desde uma compra que descobriu ser um golpe
À uma encomenda ansiada
Tudo se torna um tormento
Parece que quanto mais quer algo
Mais aquilo se afasta de você
Não deveria ser ao contrário essa tal lei da atração?
Enquanto eu espero
Tudo tende a me irritar e tirar a paciência
Estou mesmo num limbo
Nem mesmo a escrita me pertence mais
quinta-feira, 1 de agosto de 2024
Quando canto 'Video Games' da Lana del Rey... #SerEsPaPeFiCo #3
Estou cantando para o Zézinho
Meu Zé do passado
Que sozinho sofria
Sucumbia
E que não tinha voz ativa
Esse livro é para o meu pequeno Zé,
que tinha medo e ainda tem,
mas que o Zhé adulto o defende com unhas e dentes.
É como se fosse um perdoar a minha criança interior
Pela culpa que ela carregou e sentiu
segunda-feira, 22 de julho de 2024
Todo mundo tem um vazio que precisa ser preenchido?
Quando isso se torna um exagero
Fica sem medidas
Se torna um vício
Uma busca insaciável
Se busca tanto
Que chega a questionar
o que efetivamente busca
Espera um suporte
Espera uma ajuda
Mas quando ela vem
Nem se atenta
Que ela já chegou há tempos
















